16. A EVOLUÇÃO DA COISA.
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Nos Balanços Conceituais,
Pendurados no Meu Varal,
Com os giros,
Rotacionais e Translacionais
Do Universo das Realidades,
Sempre me pego a pensamentar;
O que me leva,
A profundos reflexionar:
Como a ânsia de se apresentar,
E Si ser reconhecido imediatamente,
Tem estado influenciando,
Os conceitos de Si mesmo,
Em cada um, na sua mente,
Desta enorme população,
Enquanto desalinha personalidades,
Freqüentemente,
No construir e viver,
As Belezas da,
Pessoal Essencialidade,
COMO UM GUIA SEGURO,
PARA ATRAVESSAR,
ESTES TEMPOS DE,
MENTAL CONFUSÃO.
O Ser Humano,
Em sua trajetória evolutiva,
Só produz Verdades.
E elas se subdividem.
Em Verdadeiras e Falsas.
As Verdades Verdadeiras,
Não se desalinham da Simplicidade.
Mas, as Falsas Verdades,
Se descambam,
Com todo o seu peso,
Nas trilhas mentirosas,
- Da Hipocrisia,
- E da Dissimulação,
- Da Estupidez,
- Da Maldade,
- E da Espertez,
De querer levar vantagem em tudo,
Enquanto alimenta,
Desta maneira,
As engrenagens do absurdo.
E tudo isso em minha opinião,
Acontece por,
Um lapso de Orientação,
Na aprendizagem,
De Formação Do Mundo,
Uma Real Concepção.
Basta se tomar como exemplo,
A IMPARCIALIDADE DA JUSTIÇA,
SOBRE A JURISDIÇÃO.
O REPRESENTANTE,
AGE EM NOME DO REPRESENTADO,
MAS, ELE NÃO FAZ PARTE,
DO PROCESSO APRESENTADO.
O individuo quando,
Adquire conhecimentos,
Ou deixa de adquiri-los,
É representante
de sua Consciência,
Treinada,
Ou, destrambelhada.
Não obstante,
No Processo Evolutivo,
Em hipótese alguma,
Sob a égide da Saúde Mental,
Uma entidade da outra,
Ou seja:
O Representante e Sua Consciência
Pode jamais ser separada.
Como, o adquirir conhecimento,
É uma tarefa árdua,
Principalmente no,
Universo da Simplicidade,
Este, ou aquele representante,
Idealizou que:
O Achismo produz,
Uma falsa aparência,
E que ele poderia ludibriar,
Dá Justiça, a Realidade.
É exatamente ai,
Que a população,
Com as devidas exceções,
Deixa de contribuir,
Com as Forças de Segurança Publica,
No garantir a Paz e a Tranqüilidade,
Ao aumentar sobremaneira,
Destas Instituições,
As suas atribuições,
Simplesmente por falta de observações,
À própria Educação.
A falsa ideologia,
Do Achismo,
Se enraizou tão profundamente,
Na mente dos apressados,
Que distorce todo,
Qualquer processo
No trajeto de ser realizados.
Foi criado assim,
O CAOS DAS PROBABILIDADES,
Porque não há garantias,
De que peças concepcionais,
Se desenvolvam nas relações sociais,
Nas vias simples das realizações,
De quaisquer profissões,
Para se ter suas,
Plenas satisfações pessoais.
E assim também foi criado,
O CAOS DA INVISIBILIDADE.
Onde a força atuante,
Quase sempre é a irresponsabilidade.
REPRESENTAR,
É a força de querer aprender,
Para bem na vida atuar.
SER REPRESENTANTE,
É o assumir a responsabilidade,
De saber o seu aprendizado ordenar,
Para evitar falhas constantes,
NO, DE CADA UM,
SI SER, E SE ESTAR.
Evilasio de Sousa
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